PALAVRAS EM FOCO

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sábado, 26 de março de 2011

SER CHIQUE SEMPRE - GLÓRIA KALIL




Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.
A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas.
Muito mais que um belo carro Italiano. O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.
Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.
Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.
Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.
Chique mesmo é parar na faixa de pedestre É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.
Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É lembrar do aniversário dos amigos.
Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.
 Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor. É "desligar o radar" quando estiverem sentados à mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção a sua companhia.
Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.
 Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite! Mas para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos retornar ao mesmo lugar, na mesma forma de energia.
 Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não te faça bem.
 Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour! Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz!
Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas amor e fé nos tornam humanos!


sexta-feira, 25 de março de 2011

Dilma e Michelle – duas mulheres, dois estilos



Há dois tipos de pessoa: os ligados em moda e os não. Para entender é só comparar o assunto com a tecnologia: há os loucos por ela e os que não dão muita confiança para suas mudanças. Eu, por exemplo, uso corretamente meu celular, meu computador, mas não fico fuçando e descobrindo como usar todas as possibilidades deles; não fico desesperada para ter todos os aplicativos, não vou para uma fila de madrugada para esperar o lançamento de um novo modelo de nada.

 A Dilma em relação à moda é como eu com a tecnologia. Usa corretamente, mas não é através da moda que ela se expressa. Aliás, algumas observações importantes: Dilma é a presidenta eleita de 200 milhões de brasileiros, e tem que se preocupar com o governo, e não com as roupas que vai vestir.

Já Michelle Obama, não. Ela não foi eleita para nada: é a primeira-dama do seu país e veio para cá acompanhando o marido e trazendo a família toda para conhecer o Brasil e passear um pouco com elas. Tem, no entanto, vida própria e ajuda o marketing do governo com programas de educação e de alimentação. Faz isso com determinação e independência e é muito admirada por isso.

Michelle gosta de moda e sabe como usá-la para passar informações importantes sobre ela, e até mesmo sobre o tipo de política que o marido está propondo, muito ligada aos valores americanos como a família, a liberdade, o direito às opiniões pessoais. Suas roupas, assim como a das filhas, indicam um estilo de governo mais informal, mais jovem, ágil e bem informado. 

Ela é bonita, alta, veste bem e aproveita essas vantagens para dar uma força para a indústria da moda do seu país, usando peças de estilistas iniciantes, de origem multirracial e também usando roupas de grife misturadas a roupas de lojas populares - mostrando com isso independência e estilo pessoal.

São duas mulheres importantes, com atitudes opostas e complementares diante da moda. 
Cada uma com seu recado para o mercado. Olho nelas.
Gloria Kalil

quarta-feira, 23 de março de 2011

"HONORÁVEIS BANDIDOS" - A BIOGRAFIA NÃO AUTORIZADÍSSIMA


“Em 2008, o senador José Sarney voltou a ser manchete, principalmente das páginas policiais, quando revelada a organização criminosa da qual seu filho fazia parte. Para não deixar o filho ir para a cadeia, ele teve de disputar no ano seguinte a presidência do Senado. Foi preciso colocar a cara para bater. O poderoso coronel voltou para dar forças aos filhos, para salvá-los”.
Pela primeira vez em livro, um jornalista – Palmério Dória, um veterano do jornalismo investigativo –reconstrói toda a insólita trajetória do ex-governador do Maranhão, ex-presidente da República e atual senador José Sarney. Sua vida, seus negócios, seu destino – presidente da República por acaso – sua família, amigos e correligionários, todos envolvidos numa teia cujos meandros os jornais e revistas revelaram nos últimos meses – sem a riqueza de detalhes e revelações surpreendentes agora contidas em livro.
Obediente às regras do “bom e verdadeiro jornalismo”, Palmério faz um implacável retrato do poderoso coronel de maneira transparente e inteligente. Neste livro o leitor vai saber como Sarney consegue envolver tanta gente na sua teia.
 A objetividade, veracidade na descrição de personagens e situações, concisão, originalidade e calor humano fazem da obra uma leitura obrigatória e prazerosa.

“E, para honrar o jornalismo, atualidade absoluta e, ao mesmo tempo, permanência, pois vai girar a roda da história e os pósteros sempre aí beberão em fonte cristalina para conhecer costumes políticos e sociais desta nossa época em que um político brasileiro, metido em escândalos até o pescoço, exerce o poder de fato, acima de qualquer suspeita”, enfatiza Palmério, que fez o livro a quatro mãos com o jornalista e amigo de décadas Mylton Severiano, o Myltainho da revista “Realidade”, dos anos 1960, e da equipe que fundou o “Jornal da Tarde”


Os dois formaram uma dupla de peso. Enquanto Palmério cuidava da investigação, Mylton fez a pesquisas e reuniu os dados, posteriormente cruzados e checados com rigor.
“Honoráveis Bandidos” contém um caderno especial de 16 páginas com hilariantes charges de nada menos que os irmãos Caruso – Chico e Paulo – sobre o principal ator desta história real. “Sarney sempre esteve na história do Brasil. Não há como descartar o Sarney. Ele sempre foi o mal maior”, responde Palmério Dória ao ser indagado “por que Sarney?”.
É a primeira vez o mercado editorial receberá um livro com toda a história secreta do surgimento, enriquecimento e tomada do poder regional da família Sarney no Maranhão e o controle quase total, do Senado, pelo patriarca que virou presidente da República por acidente, transformou um Estado no quintal de sua casa e ainda beneficiou amigos e parentes.
Um livro arrasador, na mesma linha de “Memórias das trevas – uma devassa na vida do senador Antonio Carlos Magalhães,do jornalista João Carlos Teixeira Gomes, também da mesma editora, e que na época do lançamento contribuiu para a queda do poderoso coronel da política baiana. Um best seller que ficou semanas nas listas dos mais vendidos. 

COMENTÁRIO DO BLOG:
O Senador José Sarney, tem uma biografia  riquíssima. Considerado um dos mais fortes caciques da política brasileira, o rei do Maranhão, sempre esteve nos lugares certos nas horas certas. De Jânio Quadros à Dilma Rousseff , passando de bom moço durante a Ditadura Militar, sempre esteve ao lado dos Presidentes, de nomes de peso da Política Brasileira como Ulysses Guimarães, Tancredo Neves, que lhe deixou a Presidência do Brasil de 1995-1989 e os Sarneysistas. . Na autobiografia autorizadíssima, FHC chegou a falar que "Ele (Sarney) viabilizou a transição (democrática)". Fica aqui uma incogónita: Qual será a verdadeira história do poderoso  Coronel  Maranhense? Em "Sarney - A Biografia", escrita pela jornalista Regina Echeverria, lançado nesta semana, ou a não autorizadíssima "Honoráveis Bandidos, - Um Retrato do Brasil na era Sarney", escrito por  Palmério Dória, um veterano do jornalismo investigativo e por  Mylton Severiano, jornalista da equipe que fundou o “Jornal da Tarde", que contém  riqueza de detalhes e revelações surpreendentes nunca antes divulgadas? 

"SARNEY - A BIOGRAFIA" - AUTORIZADÍSSIMA PORÉM "MAQUIA" ESCÂNDALOSLivro de Sarney ”maquia” escândalos

 
Por Leandro Colon, no Estadão:

A biografia autorizada do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), lançada ontem em Brasília, contém erros de informação e omite dados sobre a crise que atingiu a Casa e o próprio senador em 2009. Escrito pela jornalista Regina Echeverria, Sarney, a Biografia aborda o escândalo sob a ótica do parlamentar, que na obra se diz vítima de perseguição política.
O livro exalta a contratação da Fundação Getúlio Vargas, a pedido de Sarney, para fazer uma reforma administrativa no Senado. Mas deixa de informar o valor pago - R$ 500 mil em dois anos - e o fato de que a reforma não saiu do papel. Em outro trecho, a autora escreve que Sarney “determinou” a demissão de todos os 136 diretores da Casa, sem citar que elas não se efetivaram.

A biografia também menciona uma decisão do senador de anular todos os atos secretos, revelados pelo Estado em 10 de junho de 2009, sem citar que, logo depois, a diretoria-geral revalidou esses boletins, inclusive os que tratavam de apadrinhados de Sarney. Ainda sobre esse episódio, ao elencar os pedidos de processo contra o senador, a obra afirma que “o Conselho de Ética estava politizado e não era isento”. Quando comenta a censura imposta pela Justiça ao Estado, há 600 dias proibido de noticiar investigação da Polícia Federal sobre o empresário Fernando Sarney, a biografia diz que o senador nunca defendeu esse tipo de iniciativa. “José Sarney, que é contra a censura e nunca a exerceu em sua vida pública, credita a ação contra o jornal aos advogados do filho Fernando.”
No livro, Sarney acusa o ex-senador e hoje governador Tião Viana (PT-AC) de entregar ao Estado um dossiê com informações contra ele. Esse dossiê nunca foi entregue ao jornal. Nas reportagens sobre o período, o Estado também revelou, como desdobramento das investigações, que Viana usou dinheiro público para quitar uma conta de R$ 14 mil de telefone celular da Casa em poder de sua filha. As reportagens sobre Sarney e outros senadores foram feitas com base em documentos sigilosos e públicos obtidos por meio de investigações próprias dos repórteres.
O livro atribui à FGV a descoberta dos atos secretos e diz que a entidade fez um “levantamento preliminar” desses boletins. A fundação nunca teve acesso a esses documentos: a FGV soube que algumas medidas não eram divulgadas pela Casa, mas não a quantidade de atos nem do que eles tratavam. Na época, o Estado descobriu que os atos começaram a ser inseridos no sistema de publicação interna para que fossem legalizados secretamente. A reportagem soube da manobra, identificou mais de 300 atos no sistema e revelou, com exclusividade, o conteúdo deles.
Em 2010, a Justiça transformou servidores em réus num processo sobre os atos secretos - incluindo o ex-diretor Agaciel Maia, que foi ao lançamento da biografia. O livro não menciona esse fato e diz que o senador prometeu “punição severa” aos funcionários. Sarney aplicou uma suspensão a Agaciel, contrariando parecer da sindicância que recomendava demissão.
Fundação. Ao falar sobre a Fundação José Sarney, a obra não menciona auditoria da Controladoria-Geral da União que confirmou fraudes no patrocínio de R$ 1,3 milhão da Petrobrás. A auditoria foi feita após o Estado revelar desvio de R$ 500 mil. A reportagem não é citada no livro, nem o fato de o Tribunal de Contas da União (TCU) ter aberto processo para investigar a fundação. Na biografia, a autora escreve que “Sarney enumerou e justificou cada uma das acusações de nepotismo”. O senador, no entanto, nunca explicou a exoneração de um neto via ato secreto para que não fosse descoberto seu emprego no gabinete do senador Epitácio Cafeteira (PTB-MA).
Por Reinaldo Azevedo
OPINIÃO DO BLOG:


O livro já vendeu mais de 15 mil exemplares em sites de editoras e vendas na internet. Número de pré-venda considerado excelente por editoras e jornalistas especializados. “Sarney – A Biografia” tem 624 páginas, quatro cadernos de fotos e é um lançamento da editora LeYa. Custa R$ 44,90. Isto é lógico pois como cacique da política brasileira e coronel do Maranhão, Sarney tem muitos amigos, puxa sacos e inimigos que irão comprar para fazerem "média."
Regina Echeverria, a escritora,  é jornalista profissional desde 1972. Trabalhou nos jornais Estado de S Paulo, Jornal da Tarde, Folha de S Paulo e nas revistas Veja, Placar, Isto É, Caras e A Revista. Publicou os filhos: Furacão Elis (1985), Cazuza, só as mães são felizes (1997), Cazuza preciso dizer que te amo (2001), Pierre Verger, um retrato em preto e branco (2002); Mãe Menininha do Gantois, uma biografia (2006), os dois últimos em parceria com Cida Nóbrega. E ainda, Gonzaguinha e Gonzagão, uma história brasileira (2006).




terça-feira, 22 de março de 2011

PARTIDO NOVO: EIKE BATISTA CRIA UM NOVO PARTIDO


Com apoio de empresários do Rio de Janeiro, Eike Batista começou campanha para criar o Partido Novo e deverá lançar um candidato à prefeitura do Rio nas próximas eleições.
Primeiro ele tentou uma campanha para despoluir a Lagoa Rodrigo de Freitas, agora, Eike Batista entra definitivamente para o mundo da política.
O empresário, dono da EBX, holding que atua em setores como petróleo, logística e mineração, está fundando o seu próprio partido político, com a parceria de outros empresários cariocas.
Época NEGÓCIOS apurou que a campanha para a criação da legenda já começou. Mas, para que o Partido Novo (como será chamada a legenda) seja realmente criado, são necessárias 500 mil assinaturas e, pelo menos, 101 fundadores. O manifesto do Partido Novo está pronto e já conta com a assinatura de figurões do mundo empresarial.
A ideia é criar um partido que tenha somente bons gestores como candidatos. Até mesmo o meio publicitário começa a se mexer para divulgar o partido e angariar o maior número de assinaturas para oficializar a sigla. A primeira ação do Partido Novo será lançar um candidato à prefeitura do Rio de Janeiro. Especula-se que Eike não seria o candidato, mas o articulador da campanha.
Na internet, no entanto, há uma legião de admiradores que gostaria de ver o empresário na política. No Facebook, por exemplo, há um grupo chamado Eike Batista para Prefeito da Cidade Maravilhosa.
Eleito o oitavo homem mais rico do mundo pela revista americana Forbes, Eike costuma dizer que quer recuperar o glamour da cidade maravilhosa. Para isso, está apostando na revitalização do centro do Rio, adquiriu o hotel Glória, um dos mais cultuados da cidade, e investiu R$ 147 milhões para a restauração do empreendimento. Em 2009, comprou o controle da Marina da Glória, um dos cartões-postais do Rio, e pretende investir R$ 105 milhões para transformá-la em um centro cultural e turístico.
O Grupo EBX foi um dos principais patrocionadores da campanha pela candidatura do Rio de Janeiro à Olimpíada de 2016. O empresário chegou a doar mais R$ 23 milhões. "O projeto é importante para a cidade", afirmou o empresário na ocasião.
Em seu Twitter , o megaempresário Eike Batista  nega que esteja fundando um novo partido, o Partido Novo , a menos que ele já esteja começando a mentir como político experiente. A conferir !


O JORNALISTA FLÁVIO TAVARES RELEMBRA HISTÓRIAS DE CHE GUEVARA

O programa vai ao ar no dia 26/03/2011, às 21h05, no canal por assinatura Globo News. Não perca!

 Globo.com/jornalismo

O Dossiê Globo News apresenta o depoimento do brasileiro que viu, ouviu e fotografou o guerrilheiro que se transformaria em mito : Ernesto Che Guevara, o jovem médico argentino que um dia saiu de casa para participar de revolução cubana. Em entrevista a Geneton Moraes Neto, Flávio Tavares descreve como articulou um encontro entre Che Guevara e Leonel Brizola. E mais: o comentário irônico que Che Guevara fez, sobre o Brasil, ao notar que ia ser fotografado, à noite, sem flash: “Vocês, brasileiros, fazem milagre com tudo”.
HASTA SIEMPRE COMMANDANTE !!!
VIVA CUBA SOCIALISTA!!!

 

 

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